Quando cheguei ao Navas, para a viagem mais esperada do ano (para nós), minha mãe ficou dando recomendações: Não coma isso, não gaste naquilo, blábláblá de mãe. Feita as recomendações e a despedida, encontrei o pessoal e esperamos pelo ônibus, enquanto conversávamos animados sobre os planos para o parque.
Entrados e acomodados no ônibus, quem disse que conseguíamos dormir? Alguns tinham dormido no dia anterior (eu), outros conversavam muito para deixar qualquer um descansar (risos).
Só para não esquecer: O Réges levou duas mochilas, uma de roupas e essas coisitas básicas e outra, só de comida; salgadinho, toddynho, bolacha, refrigerante, bombom, bala, chiclete... Enfim, tudo que uma criança adoraria comer. Uma cesta básica infantil.
Voltando ao papo de dormir, depois que todos estavam dormindo, eu e o Réges não conseguíamos dormir. Ele parecia um bêbado e eu ficava rindo dele. Essa nossa “loucura”, resultou até em refrigerante de uva na vidro da janela do ônibus (RIALTO).
Paramos no posto para... Sei lá para quê, mas alguns comeram, foram ao banheiro e pás afins. Eu fiquei é olhando como o preço das coisas nesses postos/ lanchonete/ banca de revista/ loja de conveniência de estrada são altos. Um roubo.
Bebi um café e o Réges, um cappuccino (Leia sem trocar o CC por T. Foi assim que o Réges pediu: CappuSino – TORIND). Meu “cartão” de compras tinha registrado 3 sucos de milho, que eu nunca tinha tomado e ia tomar. ECA. Essas coisas só acontecem comigo!
Chegando ao parque, constatei que ele era totalmente diferente do que eu pensei. Ele é mais monstruoso. WOW
Depois de uma chata revista e espera no portão, finalmente entramos. E eu e o Réges corremos para onde? Não é para o banheiro, se assim você pensou. Corremos (voamos) para o elevador. Conseguimos ir na primeira rodada de pessoas. O elevador é WOW (mas não muito. Só WOW, não WOOOOOW).
Depois de uma chata revista e espera no portão, finalmente entramos. E eu e o Réges corremos para onde? Não é para o banheiro, se assim você pensou. Corremos (voamos) para o elevador. Conseguimos ir na primeira rodada de pessoas. O elevador é WOW (mas não muito. Só WOW, não WOOOOOW).
Saímos de lá, e rodamos muito até decidir o brinquedo que íamos. Fomos ao simulador do centro da Terra. Ele é legalzinho! Só a tela mega king size, maior que de cinema que impressiona, mas só no começo.
O próximo foi a Montanha-Russa no Escuro, que até que valeu esperarmos durante uma hora, torrando no sol.
Até aí, eu precisava me abastecer. Sorvete e muita água. “Nada de lanches, para poder aproveitar mais” – Meu louco pensamento, que deu certo J. Isso já era umas duas horas da tarde.
Nem preciso dizer que a pessoa que eu mais andei naquele parque foi o Réges. Achávamos alguém ou alguéns, mas logo perdíamos.
Teve uma hora que ele cismou de ir num brinquedo na vila country, então eu fui andar.
Mas ele acabou desistindo, porque estava muito cheio.
O próximo era o Katakumb (porque me fizeram compra o ingresso, sem saber o que era). O pior era a fila, mas ainda bem que organizamos as doze pessoas, certinho, que nós conhecíamos. Mas pegamos bem na hora do intervalo. :@
Depois de esperar mais de 15 minutos (que era o que estava escrito na placa: 15 minutos de intervalo), entramos. E quem disse que eu lembrei que eram só pessoas fantasiadas? Que medooo!! A coitada da Vanessa quase perdeu o tênis lá dentro (HIHI). Mas mesmo com muitos sustos, os 10 reais pagos, valeram.
Só que nós precisávamos ir na Montezuma, a 3ª maior montanha-russa de madeira do mundo (Igual o Réges disse, quando cismou em brigar com a mulher do banco de trás, bem na hora em que estávamos na 1ª subida).
Compramos Hopi-Pass e conhecemos uns garotinhos de Americana, que enquanto, nós viajávamos 8h até o parque, eles não perdiam mais do que uma hora e meia.
A Montezuma foi muito radical. Ficamos com medo no começo, porque estava dando defeito, mas deu tudo certo. Passou em 15 seg. L
Fomos assistir um teatro (no qual eu dormi a peça inteira), que primeiro parecia um filme, depois uma peça, depois nem sei mais. Compramos um ventiladorzinho, que por uma feliz divindade, o do Réges estava com defeito.
Quase me esqueci: a bolsa. Lá no começo, eu disse que ela havia sido uma das piores escolhas e foi mesmo. A bolsa era de mão, e ela já estava doendo de carregá-la para cima e para baixo. Fora o medo na montanha russa, de ela sair pelos ares. :o
Depois, o Réges cismou (de novo) em ir esperar na fila da Casa de Cera, mais de uma hora antes de abrir. Então, achei o Casal 9 de Julho (@isa_farro & @rafaell_p) na fila do Katakumb.
Assustei-os um pouquinho sobre o brinquedo e fiquei lá fora, esperando. Logo depois disso, ficamos sabendo que o Francisco havia, sei lá o que, na perna, no pé ou no joelho e a Rosilene tinha ido com ele para o hospital.
18h30 chegou, e os monstros foram soltos. Um insulto aos seres humanos. Até cheguei a pensar que eles tinham mais medo de nós do que nós deles. Mas nem todos pensavam assim. A Gabi e a Maria estavam realmente com medo. U_U
A Isa tava meio revolts, porque nenhuma das meninas queria ir aos brinquedos, junto dela e do Rafa, então catou eu e o Réges, e lá fomos nós, no Evolution.
O brinquedo é muito bom, mas dá uma câimbra na perna que é só vendo ou sentindo.
Passamos rapidamente pela baladinha e, depois fomos (pela 2ª vez) no Elevador e na Casa de Cera. Sempre com Isa preocupada em relação a que hora sairíamos do parque.
Fomos os últimos do Navas a sair do parque – HEHE
Dormimos a viagem inteira, só “parando” para a voz muito engraçada da Thayná de Alvin & Os Esquilos.
Chegamos cansados, mas felizes. O dia 16 de setembro de 2010 foi tão esperado e passou tão rápido. J